
Numa praia,
ao entardecer,
o brilho do sol poente,
no céu em tons laranja
que se funde
com o azul do mar.
Mais próximo,
as ondas a rebentar,
levantando um manto branco,
enamoram-se da areia
que se estende pelo mar.
Pequenas partículas douradas,
esvoaçam pelo ar,
empurradas pelo vento,
dançando em sintonia,
ao som da melancolia,
poisando devagar.
No silêncio do ocaso
ao som do marulhar
o céu vai ficando rosado
e eu olho, atenta, o MAR.
ao entardecer,
o brilho do sol poente,
no céu em tons laranja
que se funde
com o azul do mar.
Mais próximo,
as ondas a rebentar,
levantando um manto branco,
enamoram-se da areia
que se estende pelo mar.
Pequenas partículas douradas,
esvoaçam pelo ar,
empurradas pelo vento,
dançando em sintonia,
ao som da melancolia,
poisando devagar.
No silêncio do ocaso
ao som do marulhar
o céu vai ficando rosado
e eu olho, atenta, o MAR.
4 Devaneios:
Ai que saudades da praia, de um dia de calor, do mar, da tosta... e depois deme esfregar com algas fresquinhas...
Veijios de maresia
Ó lua, também eu tenho saudades do calor e da praia!!!
Em Agosto desforro-me (se Deus quiser)!!!
Beijocas salgadas
Isa
A Lua esfraga-se com algas frequinhas, eu é mais com cervejas fresquinhas...Também tenho saudades daqueles passeios pela marginal de Matosinhos ou Leça ao fim da tarde ou ao fim-de-semana de manhã...Por onde andas, Primavera?
Cumprimentos azuis e brancos
Isa, obrigada pela sua visita ao meu blog e pela sua gentileza em me deixar um comentário...
Lindo poema este seu, gostei!
"No silêncio do ocaso
ao som do marulhar
o céu vai ficando rosado
olho, atenta, o MAR,
sempre a amar".
bjs
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